sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Issâe

"As pessoas não são tão legais quanto aparentam ser... Se arrisque mais, por você. Seja forte para conseguir se manter calada perante alguns. Mude de rumo. Quando te mandarem ir por lá, vá pelo outro caminho. Ou vá apenas pelo caminho do teu coração. Chega de fingir... Levante a cabeça, lave o rosto, ponha uma roupa bonita no corpo, um sorriso escandalosamente lindo no rosto e diga que chega, que você vai é ser feliz. É assim mesmo. E vai funcionar! Não diga ''nunca'', nunca. Irônico, não? Mas não diga. Porque essa vida é incrivelmente engraçada. Mais uma coisa, você não pode ter medo que as pessoas te machuquem. Porque as pessoas vão te machucar de vez em quando, até mesmo aqueles que você mais confia e admira. Não vão fazer por mal, mas somente porque são humanos. Cometemos ''erros''. Faz parte. Não esqueça que cada um é cada um. Somos diferentes. Graças a Deus, somos!! Viva um dia por vez, sem pressa e sem querer ser mais rápida que o tempo. E por favor, vai ser feliz, que você ainda tem muito pra viver. E como dizem, gente feliz não enche o saco!''

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Enfim...

DESPEDIDA

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha Medeiros

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Napo - um menino que não existe.

     Napo realmente não existe. Está para nascer um menino tão inteligente e indagador como ele! Suas reflexões, (muito bem pensadas, por sinal) apesar de parecerem bobas, tem um significado profundo. Suas histórias são contadas em pequenos e médios capítulos que são recheados de dúvidas do cotidiano e das coisas que cercam Napo. O livro fala também de sua vida, amigos, família, amores, dores. Histórias como a da sua galinha e do seu cachorro Atipequedjudjidjo - Atipe, soam como cômicas mas Napo os contextualizam em um sério sentimentalismo. Menino levado, apelidado por parecer um guardaNAPO, que adora o céu e tem vontade de ter um rinoceronte. Realmente, é único. Acho que os adultos responsáveis pelo garoto, não foram capazes de sustentar tanta imaginação! 

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Ditadura 2013. Cuidado!

Oi oi gente

     Ontem foi muuuito constrangedor! Geo na aula de português leu todas as redações em voz alta, e por causa de um personagem sofri bullying! sqn. KKKKKKKK Já postei o texto e lógico, mudei o nome. A antiga postagem foi apagada. Hoje se traduz com uma expressão: QUE HORROR - como diz Let. Aula de português: suave/ Filosofia: suave/ Inglês: suave/ Ed. fisica: irritante. As pessoas as vezes irritam demais! Será que tb sou tão irritante assim?! Vixe. Enfim, estou sem inspiração para postar, depois de alguns acontecimentos, um tanto HIPÓCRITAS.. Sinto-me constantemente vigiada (será isso então ruim?). 
 
Ahh quase me esquecia: O 8º ANO É ÚNICO, MÁGICO, TOP DE BALADA, BADALO, INESQUECÍVEL, IMPORTANTE, ESSENCIAL, MÁGICO, HISTÓRICO, ETERNO, FABULOSO, MARAVILHOSO, DIVO, ESTUPENDO!!! Todo esse sentimento flui agora, o motivo? Tb não sei. Sinto que o 9º ano tá chegando e as pessoas que eu menos me esperei apegar, hj não vivo sem. Kkkk Aqui tá parecendo aqueles textinhos do facebook, em que ficam cheios de apelidos, de saudades, de bla bla bla. Talvez esses "textinhos" não sejam suficientes para traduzir esse sentimento que nasceu das infelizes manhãs acordadas as 6hrs. Amigos de longa-data também já se separam, mas permanecem próximos em minha memória. CABOOOOU, hoje tô muito sensível. Igual a essas frases clichês só no 9º agora. Por fim, esse poema:

"Eu possa me dizer do amor (que tive)
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto DURE." 


Bjs de mostarda. :* 

II Produção textual de Português

Hoje, 1º de outubro de 2026
Querido diário,

      Hoje estou completamente exausta. A única motivação, ainda existente, que me fez vir a escrever são as recordações maravilhosas - que nunca serão esquecidas - vividas hoje na comunidade do Alemão. Nosso plantão foi lá, estava lotado de crianças, adultos e idosos. Essa comunidade é muito carente, mas só economicamente. As pessoas que vivem lá, tem uma acolhida impressionante, ate mesmo com quem eles não conhecem. 
      Foi magnificante especial essa visita médica. Durante as consultas, eram perceptíveis o brilho no olhar de cada um, a esperança, o amor. Uma criança me chamou a atenção: o seu nome era Marcelo. Garoto alto e magro, mas com um sorriso contagiante. Chegara então a vez dele, mas estava sozinho, sem os pais. Perguntei por quê e como ele veio parar aqui. E, com leveza ao falar, me disse que sua prima o inscreveu (pois vivia com sua tia) e seus pais trabalhavam longe dali. Desconcertado, perguntou:
      - Porque na sua roupa tem M-A-R-I-A E-D-U-A-R-D-A, P-E-D-I-A-T-R-A?
      - Maria Eduarda é o meu nome, e pediatra minha profissão, que cuida de crianças assim como você. 
      -Ah ok. Em vim aqui por que sinto fortes dores no corpo, "dôtora".
      Ficou me contando sua vida, antes de examiná-lo. Por fim, após gritos de dores, contatei apendicite. Os pais do menino só chegariam no final de semana e a doença evoluíra. Ele era apaixonante: mesmo com tanto sofrimento, ainda era alegre, simples e muito tímido. Encantada, trouxe ele para o Rio e paguei sua cirurgia. Antes, cumprimentei-o:
      - Marcelo, ainda dói? 
      - Não tanto quanto minha saudade por meus pais, "dôtora" .
      Isso só me fez perceber que humildade e carinho, o dinheiro não compra; muito menos escolhe raça, religião ou condição econômica e social: simplesmente aparece e é despertada em cada um de nós. 

Quem ensina a criticar, não quer ser criticado.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Resumo: A magia da árvore luminosa

    Após Carlos e Geraldino chegarem escondidos na ilha da Luna, toda a turma da Bernunça quer ir também. Muitas lendas e histórias cercavam aquele local, que amedrontava a população, incluindo seu Macário. A primeira visita da turma a Luna foi fracassada por indícios de tempestade durante a viagem mas, mesmo assim, a turma foi, porém escondidas. Lá, conheceram o índio pajé Abaetê, que saiu do grande pé de garapuvu como um fantasma. Então, uma nova amizade é formada. Resolvem procurar Rubão (arqueólogo) para conhecer os índios que habitaram ali. De repente, uma empresa resolve construir um hotel na Luna, desmatando a natureza. A partir dai começa uma onda de protestos para a preservação da grande árvore luminosa, que resulta no fim do hotel e um museu: A casa dos Curumins (apelido dado por Abaetê a turma da Bernunça) que foi um presente do pajé. Mesmo o índio ter se despedido da turma, ele ainda vive no coração de todos os curumins. Particularmente, gostei do livro por trazer dinamismo e reflexão na leitura.